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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Crise no ensino: Aluno brasileiro é muito avaliado e pouco preparado

Diante das deficiências do ensino formal no Brasil, em todos os níveis, criaram-se mecanismos periódicos de avaliação de egressos de cursos. De uns tempos para cá, temos uma série de instrumentos voltados à avaliação pessoal e institucional da qualidade do ensino. Enem, Enade, auto-avaliações eletrônicas, concursos públicos, exame da OAB, entre outros, visam aferir rendimento, habilidades e competências de alunos.

Hordas de alunos do ensino médio enchem pátios de “cursinhos” pré-vestibulares e vivem a expectativa que se esvairá diante da lista dos aprovados no final do ano. “Muitos são chamados, pouco os escolhidos” para as Universidades Federais que, sendo públicas, concentram alta competição. Bacharéis, após cinco ou mais anos na Faculdade de Direito, depararam-se com o Exame de Ordem tropeçando no intuito de tornarem-se advogados. Alguns já prestaram a prova várias vezes e, nada. Até as provas do Detran são causa de choro e ranger de dentes.


Afinal, o que realmente essas provas avaliam? Se avaliam, os critérios de avaliação servem a qual fim? Quais melhoras o ensino experimentou nesse período no qual foram introduzidas avaliações? Quais frutos colheu a qualidade de ensino? Acredito que muito poucos.

As escolas públicas não melhoraram sua qualidade porque o Governo não melhorou seu desempenho orçamentário e o compromisso com a educação. Verbas e respeito aos profissionais da educação continuam na pauta das reivindicações sindicais. Escolas privadas são boas porque o investimento é alto e a gerência profissional. Mas os resultados são desproporcionais se comparados com o ensino público ou que os que estão fora do sistema de ensino. Isso agrava a exclusão educacional e social do país, que forma elites em detrimento da sociedade.

Nas Universidades, o problema não é menos visível. Alunos sem preparo básico e cultura geral matriculam-se em cursos superiores buscando diploma.e, quem sabe, melhorar no padrão de vida.

Resta a constatação de que o aluno brasileiro é muito avaliado e pouco preparado. Cobra-se-lhe muito e pouco se-lhe dá. Sua culpa? Talvez. Porém, o maior culpado é o modelo educacional que não ensina a “pensar”, não “forma” cidadãos, não “especula” a ética e formação do caráter do povo, cobrando depois algo que foi sistematicamente sonegado.

A preocupação é o ensino quando deveria ser a educação. E isso, prova nenhuma avalia.

Revista Consultor Jurídico, 28 de janeiro de 2008
por Ben-Hur Rava
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches